Trava-língua é brincadeira de pátio, de viagem de carro e de aula de português ao mesmo tempo. Esta roleta reúne vinte e dois clássicos que passam de geração em geração no Brasil, como o rato que roeu a roupa do rei de Roma, os três pratos de trigo para três tigres tristes, o ninho de mafagafos, o sabiá que sabia assobiar e o paralelepípedo feito de paralelogramo. Tem frase curta para os pequenos e frase comprida para quem já se acha craque.
Quando usar
Nas aulas de alfabetização e de língua portuguesa, para trabalhar sons parecidos como R e RR, P e B, T e D.
Como aquecimento antes de uma apresentação oral, de um teatro da escola ou de um ensaio do coral.
Em viagens longas de carro, quando as crianças já cansaram de perguntar se falta muito.
Ideias
- Três vezes seguidas. A pessoa sorteada precisa falar o trava-língua três vezes, cada vez mais rápido, sem tropeçar.
- Campeonato da turma. Divida a sala em grupos e marque um ponto para cada trava-língua dito sem erro.
- Caça aos sons. Depois de falar, os alunos descobrem qual letra se repete e escrevem outras palavras com o mesmo som.
- Grave um áudio de cada pessoa da família falando o trava-língua sorteado e escute todos juntos no fim.
Variações
- O modo “Sem repetir até todos saírem” já vem ligado, para que ninguém pegue o mesmo trava-língua duas vezes na rodada.
- Deixe só os curtos, como “Paca, tatu, cotia não” e “Bagre branco, branco bagre”, para crianças da educação infantil.
- Peça para a turma inventar trava-línguas novos com o nome da cidade ou da escola e cole na roleta.
Dicas
- Leia o trava-língua devagar uma vez antes de acelerar. A graça está no erro, não na pressa.
- No projetor, use “Tela cheia” para que a turma inteira leia a frase sorteada.
- Combine que errar dá risada, e não vergonha. Assim até os mais tímidos participam.
Deixe do seu jeito
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